18 set

Não há nada que eu ainda não tenha feito por amor. Por amor a ele, aquela pessoa que a gente ama a cada dia com mais intensidade, aquela pessoa que a cada dia a gente quer mostrar que se ele deixar a gente pode fazer dele a pessoa mais feliz do mundo. Quantas vezes fiquei na frente do espelho, decorando ou tentando descobrir, saber ou entender o que para ele iria falar. Quantas vezes tentei descobrir o que ele gostava, ou odiava, quantas coisas em comum a gente tinha, ou para termos mais assuntos ou para poder criar a minha estratégia para na hora certa fazer algo por ele. Quantas vezes escrevi cartas não endereçadas, pequenas, médias, grandes ou quilométricas, de uma, cinqüenta, cem ou mil linhas, explicando tudo que eu sentia ou pensava sentir por esse amor impossível, porque querendo ou não, quase sempre foi impossível, e quando não foi, foi amor distante.
Não há nada que eu ainda não tenha feito por amigos ou amores em questão, os que se foram, os que ficaram, e os que sempre estiveram com a gente por mais distantes que estejam. Já fiz tudo ou nada, e quando o nada em questão era tudo que eu poderia fazer. Porque meus amigos são só um pequeno número de pessoas que já fizeram de tudo por mim e eu também já fiz de tudo por eles. Na alegria e na tristeza. Amizade é um casamento, de certo modo diferente. Claro que tem muita gente conhecida que dá pra contar também, mas muito menos.  Claro que também tem muita gente que eu queria poder contar, mas como o cego só enxerga o que quer ver (no sentido conotativo da coisa), eles não enxergam a pessoa maravilhosa que sou e os momentos que podem estar perdendo por não estarem comigo de certa forma. Eu ao contrário de muitas pessoas, choro na frente de todo mundo! Ter vergonha serve pra quê? Só estamos mostrando nosso estado de espírito, e se não mostrarmos esse todos vão pensar que você está bem e nem seus amigos vão poder ajudar. Assim como já chorei por quem não merecia uma lágrima minha, já briguei com pessoas que nunca fizeram mal nenhum pra mim, muito pelo contrário, fizeram todo bem do mundo pra mim. Mesmo assim foi necessário, são as leis da vida. Assim como já tive sonhos que se realizaram, já tive sonhos que nunca vão se realizar também. Já tive crises de riso em momentos sérios e momentos sérios quando tinha que ter crises de riso. Já amei sem ser amada e continuo a amar sem ser amada. O que é isso? É vida. É a vida que eu sempre quis ter, apesar de poder ser melhor ainda. Mas é a minha vida, e eu não tenho muito o que reclamar dela, porque, eu simplesmente, gosto dela assim do jeito que está!

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Uma resposta to “”

  1. Davi Drummond outubro 3, 2011 às 3:42 pm #

    gosto mto desse diário hahaha =))

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