Team-Malhação/Divulgação.

20 out

Essa nova temporada de malhação está abalando, não está? Então que tal, visitarem o melhor tumblr em relação a ela? Façam pedidos, sigam, e rebloguem muito!
http://team-malhacao.tumblr.com/

Sério, esse tumblr é super completo. Só peço que o visitem! Adios!

Uma conversa que me fez pensar… Entre outras coisas!

8 out

Ontem eu estava tendo uma conversa não muito curta com a Victória Bueno de Norie (adoro os sobrenomes dela), que por acaso é uma colega minha. Uma conversa que meio que me fez pensar.
No caso, isso porque, eu tinha apenas uma visão meio ”de cima” dos meus colegas. Não me aprofundava em relações um pouco mais compostas com quase que nenhum deles, então eu acaba pensando que eles eram o que eu via que eles eram e deu. E isso, como todos sabem, é um engano, muito grande.
Eu sempre achei a Vic uma colega legal, divertida, engraçada, com espírito de líder… Mas era só isso, não tinha ou vontade ou coragem de me aproximar dela. Acabamos nos aproximando um pouquinho mais quando meu pai ficou com um problema de saúde e quase que a turma inteira me apoiou, mas ficou só nisso.
Só alguns meses depois e com uma razão – um trabalho de inglês que acabou não sendo realizado em um grupo só e sim em dois – a gente acabou se falando um pouco mais. Eu acabei ficando um pouco chateada com ela numa manhã por ela só ter avisado a mim e as gurias com só quatro, cinco dias de antecedência que ela tinha tipo assim, ‘’desmembrado’’ o grupo, que ela e o João já tinham feito um vídeo só deles pro trabalho e tal… Eu fiquei muito triste, pois o trabalho não era tão fácil assim e precisava ter sido trabalho com bem mais antecedência.
Mas um pouco mais tarde, cheguei em casa, almocei como de costume, e fui entrar na internet, primeiramente no Facebook. Vi que a Norie estava online, mas esperei um bom tempo para começar um assunto. Resolvi perguntar o porquê de tão terem avisado com mais antecedência. Daí ela me explicou e tal, tentou ajudar e essas coisas, mas a gente nem precisava, sinceramente falando.
Mas daí eu e a Vic começamos a entrar em diversos outros assuntos, como pais, aniversários, viagens, comidas, e muitas outras coisas. E ao mesmo tempo descobri que tínhamos tanta coisa em comum e nada em comum ao mesmo tempo… Temos coisas que somos bem parecidas, mas temos coisas que somos completamente diferentes! Daí eu vi quanto tempo eu tinha perdido só conhecendo ela ‘’por cima’’, poderia ser bem diferente. E eu decidi sinceramente, que se eu puder fazer isso com a maioria dos meus colegas eu vou fazer. Quero conhecer as qualidades, os defeitos, as histórias de todos eles, só assim vou saber quem eles realmente são! E será uma experiência única e maravilhosa, vou conseguir compartilhar de meus medos, minhas derrotas e minhas conquistas com muito mais gente. Agradeço sim, e muito a Vic, por ela ter me mostrado isso, ou ter chamado a atenção para algo que eu já sabia mas que não tinha dado a devida atenção!

Bom, era isso pessoal, abraços!

Marcelo Adnet e o Funk do Iate – Propaganda Kuat.

5 out

Hoje vamos falar de uma das propagandas mais atuais e que está conquistando o coração de todos os Brasileiros, ainda mais os corações bem humorados e felizes.

Como já vimos a marca Coca Cola Brasil – e mais precisamente – seu guaraná Kuat, enxergaram no humor uma forma incrivelmente certeira de conquistar mais usuários para seu refrigerante.

E para isso apostaram numa das caras mais conhecidas atualmente para fazer uma propaganda completamente bem humorada e por si só, viciante!

E vamos combinar que tudo que tem Marcelo Adnet tem que ser sim, tanto engraçado como viciante!

E aí, vocês curtiram esse comercial tudo de bom? Para quem ainda não viu, aqui está:

Versão comercial!

E para quem já gostou da versão comercial, a Kuat disponibilizou no seu canal do Youtube uma versão mais completa, que para mim, ficou mais viciante ainda. Pois o comercial é só um ”mini resumo” numa metade do tempo, de uma ”mini história” alucinante, que nesta versão completa tem mais meio minuto e mais um desafio para os ”espectadores, usuários de internet” continuarem a fazer rimas continuativas ao funk do Iate!

Versão completa.

Na minha opinião, as duas versões ficaram divinas, engraçadas e viciantes!
E a parte que eu mais gosto é a parte que o Adnet diz : ”Eu chamo a Pati, a Tati e a Nati e até o Andre Segatti” (as vezes eu tento falar tão rápido quanto ele e me enrolo toda, taí mais um trava-língua pra minha coleção, hahaha. Enfim, amei o comercial. E vocês, o que acharam do comercial? Comentem!

Abraços da Lolly!

 

 

 

 

3 out

Muitas pessoas me perguntam como eu me imagino daqui há cinco, dez anos. Quando eu digo que não fico planejando meu futuro, quero dizer que não fico planejando tudo. Claro que quero ter filhos, dois ou três. Duas meninas e um menino, se desse pra escolher, claro. Claro que quero ser uma fotógrafa, não que seja renomada, mas que eu consiga ter uma vida com estabilidade fotografando e escrevendo. E também – e isso eu já sei – que vou fazer uma faculdade. Uma faculdade que consiga se aproximar ao máximo do trabalho que eu amo, do trabalho que eu vou conseguir seguir, trabalhar, sendo feliz, sem dúvida alguma. Farei publicidade e propaganda. Além de tirar fotos, seguir minha segunda profissão que já me sinto exercendo – escritora – poderei até ter uma terceira opção, ser promoter e coisas assim. Há no máximo um ano e meio, me sentia uma futura psicóloga. Mas vi que amava fotografia, que já fotografava aquelas paisagens de modo muito bonito, apesar de não ter feito nenhum curso – ainda – então vi que mesmo sabendo que eu teria satisfação em ser psicóloga, eu tinha sim outra profissão que poderia me fazer ainda mais feliz. Sei que algumas instituições até oferecem curso superior de fotografia mesmo, mas acho dispensável. Não se precisa de diploma para se exercer essa profissão, e acho melhor fazer uma faculdade que se aproxime um pouco, mas que não seja da mesma área, porque daí eu terei mais uma oportunidade de trabalho. E mais pra frente, quando eu estiver mais madura, talvez eu queira me formar em psicologia também. Pois eu gosto MUITO das duas profissões, e vai ter sim algum momento da minha vida que eu vou querer poder exercer as duas profissões – quase que – ao mesmo tempo. Muitas pessoas quando pensam no futuro pensam em estar casadas. Eu não penso – muito – nisso. Claro que se eu encontrar – se é que eu já não encontrei – uma pessoa que com ela quem sabe possa valer a pena dar um passo tão importante na minha vida, eu até caso. Mas eu preferiria muito que – mesmo que a gente tivesse filhos – a gente pudesse ser apenas, e por um longo tempo, namorados. Casamento nos dias de hoje, é sinônimo de fracasso, eu acho. Claro que eu faria de tudo para o meu dar certo. Mas eu acho que o encantamento do namoro em si, faz valer a decisão de ficarmos só nisso – ou melhor – em tudo isso. Outra meta que eu tenho para o meu presente, e com certeza, para meu futuro também, é ser feliz. Levar a vida com leveza. Sem irritações, sem brigas. Sem essas coisas que não levam nada a lugar nenhum. Mas então. Eu planejo é isso. Não sou que nem muitas pessoas que planejam todos os dias seguintes. Acho que isso faz perder a graça da vida… Que são os imprevistos! Acho legal planejar, mas acho legal também, quando se deixa a vida cuidar um pouco disso.

 

E vocês, o que planejam para suas vidas? Comentem!
Abraços!

30 set

A graça da vida é ter problemas, para poder solucioná-los. A graça da vida é ter cada vez mais dúvidas, solucionar algumas, e ainda ter mais algumas para tentar solucionar. Ter medo, não é ser fraco. Ter medo é ser humano. Mas a graça de ter medo é poder e conseguir enfrentá-lo, acabar com esse medo, e fazer isso com todos os seus medos, os que você já tem e os que você ainda não tem ou não descobriu que tem. A graça da vida é ter alguém pra compartilhar. Uma mãe, um amigo, um amor. Não importa quem. Compartilhar sorrisos, lágrimas, segredos, conhecimento, dúvidas, soluções, e tentar juntos, encontrar cada vez mais soluções para cada vez mais dúvidas que sempre existirão em nossas vidas. Mágoas, todo mundo tem. Ficar triste é algo que sempre vai acontecer. A vida não é feita apenas de felicidade, apesar de as pessoas só quererem esta. Mas tudo passa, e o que devemos, por mais difícil que seja, é aprender a conviver com mágoas. E com dores também. As emocionais, as físicas. Todas. São dolorosas, mas necessárias, nos fazem crescer. Devemos aprender a só guardar lembranças boas sobre o passado. E a planejar o futuro, mas sempre sabendo que talvez não aconteça como a gente quer. Pode haver imprevistos. Uma criança, uma doença incurável, não sei, as circunstâncias da vida podem mudar todos os nossos planos. A vida, não é feita apenas de vitórias. É feita de derrotas também. Então se você cair, não reclame. Você terá aprendido que talvez o que você fez não seja o certo a se fazer. Ria e agradeça a cada vitória, chore e peça ajuda a cada derrota. Apóie e ajude seus amigos nas decisões deles, que será recíproco, eles também te apoiarão e ajudarão nas suas. Não espere eles pedirem, se você perceber que eles estão mal, vai lá e ajude, é o melhor que você faz. Nunca vá pelo caminho mais fácil só porque ele é o mais fácil. Vá apenas se ele for o mais prazeroso. Se não for, escolha o caminho mais difícil. Será difícil, mas será muito mais prazeroso quando você chegar ao final. Cresça independente do que aconteça, parece clichê, mas não é. É necessário. Não tente ser o que você não é. Seja você, sempre mostre seu real estado de espírito, nunca pense em fingir nada para ninguém. Seja você sem medo de ser rejeitado (a), pois se alguém te rejeitar é porque não merece conhecer a pessoa maravilhosa que tu és. E como eu já disse, tenha sempre um amigo por perto. Se por acaso um dia seu coração for partido em mil pedaços, seu amigo sempre estará ali para chorar com você e te ajudar a juntar todos os pedaços de seu coração, deixando ele intacto novamente, não importa que demore, o que realmente importa é que aconteça. Seja amigo de alguém e verá que é recíproco. E o mais importante: Viva. Porque tudo isso que eu citei, se resume em uma só palavra, vida.

(Texto de minha autoria. Como todos deste blog. Abraços!)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

30 set

Sabe, quando eu conheço alguma pessoa, eu não fico “fazendo” minha opinião sobre ela, não fico comentando o que achei dela, nem quando o pensamento, opinião é positivo. E ainda mais quando é negativa. Sabe por quê? Para mim não é a primeira impressão a que fica. Por que, com a vida eu aprendi, que se uma pessoa é meio rude, chata com a gente hoje, nada impede que amanhã ela realmente nos ajude, faça o nosso bem. Quando alguém faz meu mal, eu nem ligo, sabe por quê? Às vezes não acontece o que a gente quer. Às vezes realmente não fazemos só coisas boas, apesar de eu saber que a maioria das coisas que eu faço são para o bem, as vezes a gente tem que fazer algo não tão bom assim. Mas tudo bem. Algumas vezes, na minha vida, pessoas que me trataram mal, viraram os melhores amigos que eu tive. As vezes, aquela pessoa que todo mundo acha que é patricinha só porque ela usa rosa, é a pessoa mais doce e meiga do mundo. Não julgue as pessoas. E não ache que se a pessoa te tratar mal um dia, vai te tratar mal sempre; Pois talvez, essa pessoa, amanhã, vai ser a melhor pessoa que tu conheceu, pode ser, que amanhã, ela seja a única pessoa realmente disposta a te dar um bom conselho, e daí, vai negar receber um conselho de alguém só porque um dia essa pessoa te tratou mal? Não. Meu maior pedido e/ou conselho que posso pedir/dar a vocês nesse momento, é que nunca julguem alguém pela aparência. Tudo bem, ela usa rosa. E daí? Isso não diz nada, apesar de parecer. Tu pode até pensar, para você mesma, mas nunca diga a ninguém. Ser conhecida como a “julgadora” por julgar todo mundo, não deve ser legal. Quem nunca fez isso que atire a primeira pedra. Já fui disso. E até faço comentários, mas do tipo construtivos e engraçados, que sempre botam a cabeça para funcionar e pensar. Mas a maioria das pessoas que eu já fiz isso um dia estão junto comigo na minha caminhada. Isso reforça ainda mais o que eu digo: Se a pessoa te trata mal hoje, talvez ela não vá te tratar mal amanhã. Muito pelo contrário, ela pode se tornar muito especial. Essa ao menos é a minha opinião.

E a de vocês? Querem compartilhar? É só comentar! Até mais!

29 set

Mais cedo, eu li uma pergunta: Até onde você iria por um amigo? Me deu vontade de escrever um texto sobre isso, e ele aqui está:

Vou falar dos meus três amigos verdadeiros. Talvez eu não tivesse conhecido eles, se depois daqueles três meses sem aulas, eu desse uma de CDF e passasse de ano mesmo assim. Mas eu não quis. Verdadeiramente. Eu já havia decidido dentro de mim que eu iria fazer de novo. E fui lá, fiz o que precisava pra que isso acontecesse. Não passei de ano. E não fiquei triste. Aquele ano em nenhum momento tinha sido muito feliz pra mim (a não ser na minha festa de quinze anos), então não desanimei. Daí chegou março, e começou as aulas de novo. Éramos três colegas do ano passado mais dezessete novos colegas. E se enganaram, se vocês pensaram que dois dos meus amigos verdadeiros são esses meus colegas mais antigos.  São três nomes: Gabriela, Rafaela e Yuri. Eu sou a mais velha, também, retardei de ano, então nem seria diferente. Mas vamos falar da importância dessas três pessoas na minha vida. Yuri é o cabeça da sala, CDF pra caralho (me desculpem por essa palavra, mas, é a pura verdade), e era uma pessoa solitária, sozinho naquela pequena sala de aula na qual ‘’residiam’’ pessoas só com gênios difíceis. Gabriela é uma menina falante, romântica, apaixonada, feliz, com uma voz que chama bastante atenção (e faz com que as professoras, que realmente são todas mulheres, enquanto o professor de sociologia não volta. Uma estagiária está estagiando na matéria dele na nossa turma). Já a Rafaela. Moleca. Bipolar. Isso lembra alguém? Sim, ela tem muitas características minhas misturadas com algumas que só ela tem. Rafaela é uma pessoa mais feliz que eu no amor. A Gabriela também. O Yuri nem sabe o que é amor. Pelo menos o amor que estamos falando não. Ou está descobrindo, mas nem quero falar sobre isso. Essas três ‘’criaturas’’, e eu, formamos um quarteto do cão. Daqueles que, ninguém segura, ninguém desmancha. Claro, que as vezes por um razão maior (que no caso é uma razão que me envolve mesmo que eu não queira que isso aconteça), um se afasta, ou é forçado a se afastar por um tempinho. É que eu e a Rafaela somos muito temperamentais. E o Yuri nos chateou um tanto, então ele fica meio afastado da gente por algum tempo, mas quando ele perceber que já dá pra se juntar de novo, ele volta (pelo menos eu espero que isso aconteça). Mas onde eu quero chegar? Não tem como eu dizer que eles são importantes pra mim sem explicar um pouco sobre eles. Se não vocês nem entenderiam o porquê de eu  precisar falar que por eles eu iria até o fim, o infinito. Por eles eu faria o possível e o impossível, o fácil e o difícil. Sério. Antes de encontrar eles eu realmente só tinha a minha mãe, uma pessoa que eu amo demais, claro. Mas eu sempre precisei de amigos, para eles eu posso contar coisas que nem meus parentes podem saber. Daí quando eu quase desisti, eles me aparecem e me fazem ser a pessoa mais feliz do mundo. Quando eu estou com eles eu até esqueço que em outros tipos de amores eu não sinto reciprocidade. Eles me fazem feliz, e eu os faço feliz. Eu os amo demais, melhores amigos! Abraço!